São Paulo - Há três anos, no dia 12 de outubro de 2011, o mundo da tecnologia perdia um de seus maiores nomes. Aos 70 anos, quem partia era o cientista da computação norte-americano Dennis Ritchie, conhecido também como dmr, o criador da linguagem de programação C e um dos principais nomes por trás do sistema operacional Unix.
Descrito por seu colega e também programador Rob Pike como um homem quieto e reservado, Ritchie foi um dos nomes mais influentes da história da tecnologia. Sean Gallagher, do site Ars Technica, chegou a descrevê-lo como um “gigante”, sobre o qual estamos apoiados até hoje – o que não é nem de longe um exagero.
O SO que criou junto com Ken Thompson e outros desenvolvedores do Bell Labs na década de 70 serviu como base e influenciou vários outros sistemas operacionais atuais, descritos como “Unix-like”.
O Linux, criação de Linus Torvalds, é só um dos exemplos – a lista enorme traz ainda as várias distribuições do sistema de código aberto, o OS X dos Macs, o iOS dos iPhones, o Android do Google e tantos outros, usados em um sem-número de dispositivos diferentes, incluindo os mais poderosos supercomputadores do mundo.
A linguagem de programação imperativa idealizada por Ritchie não fica muito atrás em termos de importância, e é talvez até mais marcante do que o Unix. Desenvolvido entre 1969 e 1973 junto com o próprio SO, o C é uma das linguagens mais utilizadas na história, com compiladores compatíveis com vários sistemas diferentes. Seus padrões são explicados no clássico "The C Programming Language", um dos mais famosos e influentes livros de programação. Foi dele, por exemplo, que surgiu a tradição do programa "Hello, World", usado hoje para exemplificar várias outras linguagens.
O C foi influenciado por “anciões” como o ALGO 68 e o B, mas tem uma lista de influências extensa. Os nomes vão do popularíssimo Java (usado hoje em aplicações do Android) e do C++ (do Windows) até o C#, o JavaScript, o PHP, o Python, o Objetive-C e o Swift (ambos dos sistemas da Apple), entre outros. Não fosse por Ritchie, portanto, dificilmente o mundo da tecnologia seria como é hoje.











A fonte de alimentação básica é constituída por 4 sectores
Existem várias formas de ligar díodos de modo a criar um retificador e converter AC para DC. A ponte retificadora é o mais importante e que produz uma retificação de onda completa. Um retificador de onda completa pode ser feito a partir de apenas dois díodos, mas este método raramente é usado uma vez que os díodos são extremamente baratos. Um único diodo pode ser utilizado como retificador mas só usa o positivo (+) do AC, produz apenas meia-onda em DC.
Filtragem é feita por um condensador eletrolítico de grande valor ligado à saída DC para agir como um reservatório, fornecendo corrente para a saída quando a tensão DC varia no retificador. O diagrama mostra o tensão não filtrada (linha pontilhada) e a DC suavizada(linha sólida). O condensador descarrega rapidamente perto do pico da variável DC.
Note que a filtragem aumenta significativamente a tensão média DC para o valor pico (1,4 × valor RMS). Por exemplo 6V RMS AC (saída do transformador) é retificada em onda completa, ficam em DC 4.6V RMS (1.4V perde-se na ponte retificadora), com a filtragem esta aumenta o pico 1,4 × 4,6 = 6.4V .
Circuitos Integrados reguladores estão disponíveis com valores fixos (normalmente 5, 12 e 15V) ou tensão de saída variável. São classificados pela corrente máxima que deixam passar. Reguladores de tensão negativa também estão disponíveis, principalmente para o uso em fontes duplas. A maioria dos reguladores incluem protecção automática de excesso consumo(protecção sobrecarga) e sobreaquecimento (protecção térmica).